O MAIS SUBLIME AMOR

Na época do final de ano, a figura de Jesus costuma ser muito lembrada.
Fala-se em Sua vida, em Seus exemplos e em Suas lições.
Ele geralmente é apontado como o exemplo de amor mais consumado de que se tem notícia.
Afinal, dispôs-Se a morrer em holocausto de amor à Humanidade.
Estar disposto a morrer por alguém ou por uma causa é sinal de grande dedicação e desprendimento.
Entretanto, os mártires não são raros nos registros da História.
Muitos são os que morreram inocentes, no contexto humano.
Mas nenhum deles sequer se aproximou da excelsa magnitude do Messias Divino.
Por grande que seja uma figura histórica, perante Jesus ela se apequena e desvanece.
Bem se vê que a grandeza do Cristo não reside apenas em Sua morte, mas primordialmente em Sua vida, em um contexto muito amplo.
A sublimidade do amor que Ele dedica à Humanidade transcende tudo o mais que já foi vivido na Terra.
A fim de valorizá-Lo devidamente, convém raciocinar sobre esse maravilhoso afeto que a todos ampara.
Conforme ensina a ossa fé, a perfeição de Jesus se perde na noite dos tempos.
Muito antes de o planeta Terra existir, Ele já era o verbo de Deus, a segunda pessoa da Trindade. .
Na plenitude de todos os dons, recebeu do Seu Pai, o Criador a tarefa de presidir à criação do orbe terreno.
Amorosamente Se desincumbiu da tarefa, providenciando um lar para acolher todos nós desvalidos desta terra.
Mas foi além disso e Se tornou Pastor dos bilhões de almas viventes nesta Igreja, militante, padecente ou triunfante..
Jesus desde sempre preside a redenção que se desenrola no mundo..
Periodicamente, envia seus santos e outras inteligencias privilegiadas, que exemplificam virtudes e impulsionam as artes e as ciências.
Além dessa dedicação incansável e milenar, também desejou partilhar das dores da Humanidade e assim encarnou-se e viveu a nossa vida.
Habituado a conviver com seres angélicos, em esferas sublimes, tomou um corpo de carne e habitou entre rústicos e ignorantes.
Em Sua perfeição, era consciente de Sua natureza.
Isso certamente Lhe permitia diariamente medir a fraqueza e a ignorância existente nos que O rodeavam.
Mas não Se agastou, não condenou, a ninguém desprezou.
Vale pensar nisso!

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